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    1561904329253.jpg  (846,39 KB, 4516x3425) ImgOps

     /#/ 2378

    Só para dizer que o aquecimento global, agora alterações climáticas não passa de algo que visa privar países mais pobres de utilizar os seus recursos fósseis próprios, aplicando-lhe sanções. É também uma medida que visa penalizar a pessoa comum com novos impostos nesse sentido. Em Portugal a comunicação social apenas se limita a mentir.

    Fonte - https://www.nasa.gov/topics/earth/features/2012-poleReversal.html

     /#/ 2379

    A única coisa que temos de nos preocupar é com a poluição que visa directamente a indústria e a forma como opera.

    Desta forma que está a ser introduzida visa penalizar a pessoa no fim da linha.

     /#/ 2380

    Sou completamente impotente a qualquer uma dessas coisas portanto nem quero saber.

     /#/ 2383

    >>2378
    Nada disso é novo. Propaganda climática serve muitos propósitos e um dos principais é o de fazer guerra económica assimétrica contra as economias emergentes. Obviamente que poluir é péssimo e que temos o dever de preservar a natureza, mas não sei se mentir não será pior. No fundo o que o out-sourcing todo que fazemos para a China, Índia e companhia é extremamente hipócrita e eles carregam uma penalidade que deveria ser nossa a troco de tostões.

    Aquecimento global ou alterações climática ou que lhe quiserem chamar é sempre aquele assunto chato porque a maior parte das pessoas já tem a cabeça feita sobre isso e é impossível desprogramá-las. No máximo o que podes fazer é abraçar o absurdo e rires-te da palhaçada a animar o circo. Exemplo:
    https://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-6480067/Global-warming-causing-snow-fall-Antarctica.html

     /#/ 2384

    >>2383
    O que me causa algum espanto é estarmos na era que estamos e as pessoas realmente não perceberem este tipo de propaganda que é extremamente visível a olho nu.

     /#/ 2385

    >>2384
    Isso é o que me provoca a maior consternação, não talvez especificamente em relação ao drama climático mas as implicações gerais das pessoas se deixarem levar por ilusões. É algo generalizado, desconcertantemente generalizado. Ainda a semana passada fiquei em maus termos com um amigo que se crê muito bem informado quanto à política internacional porque "lê as notícias" e achava desironicamente que o Irão andava a abater alvos civis porque lol terrorismo. O mundo abraçou a loucura. Acho que no fim de tudo o que mais isto te deve inspirar é humildade, pois se há tanta gente que tu não considerarias "inferior" ou "burra" ou o que seja tão profundamente iludida de coisas que para ti são tão óbvias, quantas coisas tu que crês axiomáticas não serão na verdade também ilusões? Vivemos em tempos absurdos, maninho.

     /#/ 2386

    >>2385
    A geopolítica torna-se fácil de desmistificar quando a observamos de um ponto de vista de povos, não globalistas mas como povos antigos e na sua demanda por território, afirmação, vias de comunicação etc. O único elemento que é na verdade englobador e por vezes punitivo ou expansionista é o próprio mercado financeiro. Num olhar mais profundo ele permite analisar o interesse desses povos. Não é coberto nas noticias porque não existe essa capacidade jornalística. O que introduzem é desinformação a mando. O recente caso do Irão com os petroleiros passou na comunicação e daí se pode retirar aquela pequenina verdade. Quando vais analisar a cotação do petróleo está prevista uma queda e esta tentativa dos eua contra o irão visava distorcer esse mercado e alguns países expostos a esse trade criando um efeito manipulativo no preço, parte desses elementos de aquecimentos globais e outros visa também manter os lucros constantes cobrando à população o que irá faltar na balança €$ caso ocorra essa desvalorização que pode levar longo tempo e com isso por efeito contagio levar muitos bancos centrais a crises de emergência por causa de medidas artificiais de estimulo

     /#/ 2387

    >>2386
    >A geopolítica torna-se fácil de desmistificar quando a observamos de um ponto de vista de povos, não globalistas mas como povos antigos e na sua demanda por território, afirmação, vias de comunicação etc.
    Eu discordo. Creio que o que ultimamente mais nos define é menos a nacionalidade, a etnia ou que seja do que a nossa filiação a determinadas práticas económicas e o nosso status dentro das organizações a quem devemos o nosso lucro. As coisas já não são analisáveis desse modo que propões, apenas tão-só na medida em que as manobras geopolíticas de determinadas entidades nacionais pressupõem os interesses económicos de determinados grupos. Portanto a moeda em si e a relação do indivíduo e da colectânea de indivíduos sem propriamente um grande sentimento patriótico com a moeda é a forma mais fácil de se desmistificar a geopolítica. É um bocado cínico, reconheço-o, mas é assim que eu vejo as coisas.

    >Irão

    Acho que serviu vários, vários, vários propósitos. O teu ponto de vista é interessante mas este tipo de jogadas raramente têm um só propósito. Acho que claramente quiseram passar a mensagem para os parceiros económicos do Irão e fizeram-no com grande sucesso. Sentenciar o Irão no tribunal da opinião pública via os noticiários é só a cereja no topo do bolo e aquela forma fácil de se desresponsabilizarem pelo atentado. De resto, é um movimento claro no sentido de voltar às sanções Iranianas prévias à Administração Obama. Eu duvido que vá haver guerra por vários motivos, mas ultimamente o que mais interessa são as sanções e eventualmente dobrar o Irão aos interesses estratégicos Americanos/Israelitas. De resto, o problema do petróleo não se deve apenas à especulação como também o de destabilizar suficientemente a região de modo a que grupos """orgânicos""" de insurgentes se afirmem e seja impossível planearem gasodutos e oleodutos para a China. E isto, como sempre, é só um dos objectivos. Também a guerra civil na Ucrânia muito se deveu à divida soberana da Ucrânia à Gazprom e ao facto da UE não ter ainda uma política energética consolidada (a Síria também entra neste esquema, por falar nisso), mas, outra vez, isso é só um dos vários motivos para a esse tipo de jogadas políticas. As manobras são hoje às vezes tão complicadas que eu acho que muitas vezes o quid bono pereceu e já não é um método eficaz de analisar estas coisas.



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